Que capacidade tem Lisboa para a internacionalização? - Iniciativa Gulbenkian Cidades

15.02.2016

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Cultura

Artur Santos Silva e Fernando Medina vão estar presentes na Iniciativa Gulbenkian Cidades onde será apresentado um Novo estudo sobre o Arco Metropolitano de Lisboa, que traça um diagnóstico do potencial de ensino e de investigação desta macrorregião, bem como do seu empreendedorismo e capacidade empresarial para a internacionalização.

Depois de um primeiro estudo dedicado à macrorregião do Noroeste desenvolvido pela Fundação Calouste Gulbenkian, apresenta-se agora o estudo dedicado ao Arco Metropolitano de Lisboa, outra das macrorregiões urbanas que mais pode contribuir para a capacidade de afirmação e atratividade do país na era da globalização e da economia do conhecimento.

"Estes estudos transmitem-nos uma ideia do país muito diferente e mais interessante do que a ideia que as pessoas têm. Há uma quantidade de novos processos que estão a acontecer que não têm nada a ver com a imagem que normalmente temos, que é uma imagem macroeconómica ou política", asseguram os coordenadores do estudo, José Manuel Félix Ribeiro, Francisca Moura e Joana Chorincas, da Iniciativa Gulbenkian Cidades.

O trabalho foi realizado em colaboração com a Universidade de Lisboa, a Universidade Nova, o ISCTE, a Universidade de Évora e a Universidade Católica, e em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, que participou na conceção deste trabalho desde o primeiro momento, contribuindo com zooms sobre alguns setores estratégicos no município. O estudo contou ainda com a colaboração de uma equipa da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, coordenada por Teresa Sá Marques, responsável pela redação dos capítulos relativos ao território, demografia/emprego e análise de redes de inovação económica ancoradas no Arco Metropolitano de Lisboa, e com a colaboração da Informa D&B, no levantamento e tratamento de informação estatística de caracterização dos sectores de especialização e das empresas do Arco Metropolitano de Lisboa.