Instrumentos da expansão marítima portuguesa para "descobrir" na Gulbenkian

20.05.2013

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Fundação Gulbenkian

360º Ciência Descoberta

Portugal e Espanha dividiram o Mundo ao meio, na época dos descobrimentos.

A expansão marítima e uma das épocas mais gloriosas da Peninsúla Ibérica mais não foi do que uma parceria bem planeada e executada, da melhor forma, com os meios técnicos e científicos disponíveis à época.

É desses instrumentos que o Comandante José Manuel Malhão Pereira vai falar, no dia 21 de maio, na Fundação Gulbenkian. Esta conferência acontece no âmbito do ciclo que no âmbito do ciclo 360º Ciência Descoberta.

À medida que o afastamento da costa aumentava, as técnicas utilizadas foram aperfeiçoadas. Nos descobrimentos, a necessidade aguçou o engenho e perimitu, depois de dobrar o Cabo das Tormentas, chegar à Índia, destino há muito desejado pelos navegadores.

O comandante Malhão Pereira, recorrendo a réplicas dos instrumentos, vai fazer um ponto de comparação entre os que eram usados "noutros mares do mundo" e os utilizados por Portugal e Espanha e que permitiram, pela primeira vez na História, fazer longas travessias marítmas com regresso assegurado.

José Manuel Malhão Pereira é Oficial da Armada, Mestre em História dos Descobrimentos e da Expansão Portuguesa pela Universidade Nova de Lisboa.

A conferência terá lugar esta terça-feira, no auditório 3, da Fundação Gulbenkian pelas 18 horas.

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