A modernidade de Almada Negreiros na Gulbenkian

20.01.2017

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Fundação Gulbenkian

Museu Calouste Gulbenkian recebe exposição antológica que mostra a obra de Almada Negreiros, um artista que "catalisa a vanguarda nos anos 1910 e atravessa todo o século XX".

José de Almada Negreiros pôs em prática uma conceção heteróclita do artista moderno, desdobrado por múltiplos ofícios, segundo a descrição feita pelo site da Fundação Gulbenkian.

O artista, que escreveu que "isto de ser moderno é como ser elegante: não é uma maneira de vestir mas sim uma maniera de ser", revolucionou a arte portuguesa do século XX. Fez de cada obra um "meio de dar a ver uma ideia total de modernidade". E é esta modernidade que vai estar exposta no Museu Gulbenkian, em Lisboa, nos próximos meses.

De acordo com uma nota escrita pelo Museu Gulbenkian, a exposição apresenta um conjunto de obras que "reflete a condição complexa, experimental, contraditória e híbrida da modernidade. A pintura e o desenho mostram-se em estreita ligação com os trabalhos que fez em colaboração com arquitetos, escritores, editores, músicos, cenógrafos ou encenadores. Esta escolha dá também visibilidade à presença marcante do cinema e à persistência da narrativa gráfica ao longo da sua obra. Juntam-se ainda obras e estudos inéditos que darão a conhecer diferentes facetas do processo de trabalho artístico de José de Almada Negreiros".

Além da exposição, com curadoria de Mariana Pinto dos Santos e Ana Vasconcelos, a Fundação recebe vários eventos sobre o autor, entre conferências e conversas de mesa redonda.

Pode consultar todo o programa aqui.

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